Durante a reunião de diretoria da ABES-MG, realizada no dia 17 de outubro, os representantes da entidade junto aos Comitês de Bacias Hidrográficas dos Rios Doce e Paraopeba, Eduardo Carvalho e Aline Guerra, relataram suas atividades nesses comitês.
Aline Guerra, do CBH Paraopeba falou da falta de quórum em algumas reuniões e da dificuldade para inserir o tema saneamento nos debates. Citou a contribuição que a ABES deu ao projeto de renovação da licença de operação da Tear Têxtil, e da participação no grupo de trabalho preparativo para o seminário “ Os dois lados da Moeda”- Crescimento X produção de água, que visa debater os conflitos pelo uso da água nesse território localizado entre as bacias dos rios Paraopeba e Velhas.
Eduardo Carvalho, representante da ABES no CBH Doce Federal falou da falta de repasses de recursos para o comitê, das atividades do comitê Inter federativo, e do acordo que visa investir mais de R$ 20 bilhões, ao longo de dez anos, em ações para a recuperação integral dos danos sociais, econômicos e ambientais em toda a bacia do Rio Doce. Segundo ele, além desse valor, outros R$ 4 bilhões serão investidos em 15 anos, em ações compensatórias para os 38 municípios da calha do Rio Doce, afetados pela lama da barragem rompida em Mariana.
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