Amostras de esgoto na Região Metropolitana serão monitoradas para detectar áreas de maior concentração do coronavírus
Pesquisadores em saneamento vão monitorar o novo coronavírus, causador da doença COVID-19, em amostras de esgotos da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH).
As ações para detectar e quantificar a presença do vírus foi divulgada, no final de março, pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em ETEs Sustentáveis (INCT ETEs Sustentáveis). Segundo a Nota Técnica, o objetivo é “identificar as regiões onde há maior ocorrência do vírus para que recebam mais atenção por parte dos profissionais da área de saúde.”
O mapa epidemiológico do novo coronavírus na RMBH está sendo conduzido pelos professores da área da engenharia da UFMG, Carlos Chernicharo, César Mota e Juliana Calábria. Inicialmente, eles vão mapear 20 pontos, ao longo dos Ribeirões do Onça e do Arrudas.
A equipe acredita que, se a iniciativa for bem-sucedida, serão obtidas informações relevantes sobre a carga viral oriunda também da população assintomática. O que indicaria a presença regionalizada do coronavírus nas pessoas que não conseguem acesso aos testes.
Além de antecipar medidas sanitárias e de saúde pública para combate a disseminação do coronavírus, o estudo visa ampliar medidas de prevenção para os trabalhadores que atuam nos serviços de saneamento.
Confira aqui a Nota Técnica na integra.
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