Obra de captação ainda gera dúvida



Fontes de dentro da própria Copasa dizem ter dúvidas sobre o volume que a companhia pretende retirar a mais do rio Paraopeba, em trecho no município de Brumadinho, em pleno período de seca. Ao ser questionada se o Paraopeba tem capacidade de suportar a retirada de mais cinco metros cúbicos por segundo do manancial, já em estado de restrição hídrica, Sinara Meireles disse que sim, tanto que obteve a outorga com base nos estudos técnicos do Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam), também gerido pelo Estado.

 

“Essa obra, prevista para ter início nos próximos dias, nos vai permitir ter uma flexibilidade operacional e não ficar dependente desta única solução, que é o que existe hoje. Então, estamos com a previsão desta utilização para termos flexibilidade. Ora vamos usar a captação do Paraopeba, ora vamos usar o do lago no rio Manso. Vai depender de onde tiver a condição mais favorável para retirada da água”, disse. (AD)

12-06-2015