População de Baependi e Caxambu recebe água de qualidade por meio do tratamento da Copasa



O tratamento da água traz diversos benefícios para uma cidade, que vão desde a preservação do meio ambiente até a melhoria da saúde da população, já que ao ser tratada a água que é captada dos mananciais recebe produtos químicos necessários para torná-la potável, ou seja, própria para o consumo humano.

 

Na cidade de Baependi, no sul de Minas, duas Estações de Tratamento de Água (ETA) produzem a água tratada que é distribuída para a população dos municípios de Baependi e Caxambu, por meio de um sistema integrado de produção. Nestas duas localidades a água é captada do Rio Baependi e, após o tratamento, várias amostras são coletadas e passam por um minucioso controle de qualidade, que avalia desde parâmetros físico-químicos como cor, turbidez, ph, cloro e flúor até parâmetros mais complexos, como a presença de algas, fungos, bactérias, pesticidas e metais. É esse processo rigoroso e eficiente de controle de qualidade que garante a pureza da água oferecida aos cidadãos.

 

A qualidade da água distribuída pela Companhia em Baependi e Caxambu está dentro dos padrões exigidos para atendimento à Portaria 2914 do Ministério da Saúde, órgão que dita as normas para o tratamento e controle da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade. Para isso, a Copasa mantém uma rede de laboratórios em todo o Estado composta por laboratórios locais em suas ETAs, laboratórios distritais, laboratórios regionais e um laboratório central, em Belo Horizonte, que realizam mais de um milhão de análises por mês, com atividades padronizadas. Cada um deles realiza análises com um grau determinado de complexidade, respeitando o modelo organizacional da Copasa e de forma a garantir o cumprimento da legislação vigente. No laboratório central, a qualidade dos serviços obteve a certificação ISO 9001:2008 desde o ano 2000 e também a acreditação na norma ISO 17025:2005, certificado nº CRL 0474, emitido pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), aumentando ainda mais a segurança e a confiabilidade dos seus serviços.

 

Os primeiros testes de controle da qualidade da água, antes de ser distribuída, são realizados nos laboratórios locais, durante e após a conclusão do tratamento. Durante a distribuição às residências, novas amostras da água são coletadas e feitas análises para certificar que o produto que está chegando nas casas mantém, sempre, o mesmo padrão. Isso é feito, indistintamente, em todas as localidades operadas pela empresa. “Antes de ser tratada, a água bruta se ingerida pode causar doenças de veiculação hídrica. O papel dos laboratórios da Copasa é certificar que após o tratamento a água esteja própria para o consumo humano”, diz o gerente da Divisão de Operação e Manutenção Sul, Luiz Eduardo Carvalho Gomes.

 

Os resultados das análises realizada pela Companhia em seus laboratórios para o controle de qualidade da água são públicos e “enviados mensalmente para todas as Secretarias Regionais de Saúde de Minas Gerais e também disponibilizados no site da empresa (www.copasa.com.br) e impressos na fatura mensal de consumo do cliente”, afirma o chefe do Departamento Operacional Sul, Guilherme Frasson.

 

Copasa e Baependi

A Copasa assumiu o sistema de abastecimento de água em Baependi no ano de 1979. Na cidade, cerca de 19 mil pessoas são beneficiadas com o serviço de tratamento de água, em um total de 5.736 ligações. A Companhia possui no município duas Estações de Tratamento de Água (ETA) com captação no Rio Baependi e quatro reservatórios com capacidade de reservação de 1.150 m³ de água. Nestes 35 anos de operação na cidade, a Copasa recuperou e construiu cerca de 57 mil metros de rede de água.

Copasa e Caxambu

A Copasa é responsável pelos serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitário da sede do município de Caxambu desde 1984. Desde que assumiu a operação, Caxambu passou a ter um sistema que garante a quantidade e a qualidade da água distribuída à população de aproximadamente 28 mil habitantes. O sistema de esgotamento sanitário é composto pela eficiente Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) que opera desde 2001, atendendo à legislação vigente, ou seja, as condições e padrões estabelecidos pela Deliberação Normativa Conjunta COPAM/CERH N. 1/2008 para o lançamento de efluentes tratados no corpo receptor. Além do tratamento do esgoto doméstico gerado na cidade, a Copasa realiza diariamente serviços de manutenção da rede como, por exemplo, vistorias à instalação de tampas de poços de visitas, ligações de esgoto, correções de vazamentos e refluxos, limpeza e desobstrução das tubulações.