Rio 2014: rumo à Copa e ao fim dos lixões

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Em 2014, o Brasil se prepara para a Copa do Mundo, mas o ano também é muito relevante quando se trata de “lixo”. Segundo a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), até agosto do próximo ano os lixões devem ser extintos para dar lugar aos aterros sanitários. Mas, pelo que tudo indica, o estado do Rio de Janeiro, que vai ser palco do encerramento do maior evento futebolístico do mundo, deve despontar na frente, graças à redução expressiva de lixões e o crescimento dos aterros.O conteúdo do EcoDesenvolvimento.org está sob Licença Creative Commons. Para o uso dessas informações é preciso citar a fonte e o link ativo do Portal EcoD. http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2013/abril/2014-rumo-a-copa-e-a-extincao-dos-lixoes?tag=rrr#ixzz2SWPLrcx7

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De acordo com o superintendente de Políticas de Saneamento da Secretaria de Estado de Ambiente do Rio, Victor Zveibil, o estado já chegou a ter 50 lixões e hoje conta com 17 em funcionamento, mas que representa apenas 5% dos resíduos sólidos gerados pelo o estado. Além disso, os 19 aterros sanitários já em funcionamento e mais oito em processo de construção serão suficientes para suprir as necessidades de todos os 92 municípios fluminenses.

 

A união entre os municípios com a criação de consórcios, por exemplo, é tida pelo superintendente como uma das razões para o fechamento dos lixões no Rio. Atualmente o estado possui cinco consórcios formalizados e oito a caminho.

 

“Os aterros não são para atender a um único município, pois, se não se tornam viáveis economicamente, muitas vezes voltam a ser lixão, porque as prefeituras não têm recursos para mantê-los adequadamente. Em conjunto, os municípios podem financiar essa operação terceirizada do aterro a custos menores para cada um”, explicou Zveibil à Agência Brasil.O conteúdo do EcoDesenvolvimento.org está sob Licença Creative Commons. Para o uso dessas informações é preciso citar a fonte e o link ativo do Portal EcoD. http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2013/abril/2014-rumo-a-copa-e-a-extincao-dos-lixoes?tag=rrr#ixzz2SWPTgj74

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Com o processo avançado, há quem acredite que o fechamento dos lixões é só uma das etapas. O diretor da Abrelpe, Carlos Silva Filho, acredita que é preciso viabilizar alternativas como “recuperação de matéria e aproveitamento do biogás, recuperação energética dos resíduos sólidos, reciclagem com recuperação de materiais, um sistema eficiente de separação na fonte e coleta seletiva”.

 

A incorporação dos catadores ao sistema de reciclagem, também deve ser trabalhado e foi defendido por Zveibel. Ele garantiu ainda que os lixões fechados serão remediados até 2016. Assim, a área deverá ser coberta com argila e grama e uma infraestrutura para captação de chorume e gás será instalada.

 

A legislação para a criação de aterros já está em vigor desde 2010, visto que eles só podem receber rejeitos que não podem ser reciclados ou reutilizados. O infrator que desrespeitar a lei cometerá crime federal, que prevê pena máxima de cinco anos de reclusão e multa de acordo com as sanções previstas para crimes ambientais relacionados à poluição. A pena, no entanto, não se aplica no caso do lixo doméstico.