Destinação do lixo será centralizada

O Estado anunciou ontem o Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado da região metropolitana de Belo Horizonte (PDDI-RMBH). A primeira ação prática - resultado de um projeto que custou R$ 3 milhões - será a assinatura, ainda neste ano, de uma parceria público privada para garantir a destinação correta do lixo dos 34 municípios e das 12 cidades do colar metropolitano (no entorno da Grande BH). O contrato irá superar R$ 1 bilhão.


A ideia é centralizar todo o lixo em uma ou, no máximo, duas centrais de processamento de resíduos sólidos. Por sua posição estratégica, Betim deve abrigar uma unidade. As outras prioridades do plano diretor serão a mobilidade e o ordenação da ocupação do solo. A previsão é que as metas sejam alcançadas em 2023 e em 2050.


O Estado quer utilizar as malha ferroviária usada atualmente para cargas no transporte de passageiros. Um estudo de viabilidade deve ser concluído em um ano.


Já o crescimento das cidades metropolitanas será definido por um projeto de lei que o Executivo irá enviar à Assembleia. O Estado traçou três áreas de atuação: região Oeste (Betim e Contagem), Sul (entorno de Nova Lima) e Norte (Santa Luzia, Vespasiano etc). O plano prevê a criação da região metropolitana do Vale do Aço.